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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Doutor das Merdicina

E o protesto agora é contra a proposta dilmarussefiana de trazer médicos estrangeiros para atuarem na precária saúde publica brasileira... Pois nesse ponto sou mais ou menos a favor da ideia da chefe, vejam por esse lado:

Os médicos brasileiros reclamam de salários, muitos ganham mais que o judiciário, só não ganham melhor que professor, porque nesse país educação é o primeiro plano... Deixando a ironia de lado, talvez médicos estrangeiros respeitem mais o povo brasileiro... Já que santo não obra milagre em casa... Sei que pouquíssimas vezes encontramos filas em hospitais, pessoas jogadas a sorte nos corredores da morte sem crime...  Mas ai você na sua santa concepção politizada e politicamente politicaria... Me diz: a culpa é do governo! Concordo com você a culpa é do governo... Mas digo sem medo de errar... Muito da culpa também são dos nossos santos médicos, infelizmente considerando o lento processo de emancipação brasileira, principalmente etnemacitilop, isso enxergo assim de contrariamente... Os “Doutores”, sem doutorado, acreditam não, tem certeza que vivem ainda na época das oligarquias, onde os bachareis davam o anel do entendimento... Sendo o deus, digo o homem mais importante da vida de uma cidade... Os tempos mudaram mais o entendimento não... Enquanto há filas nos hospitais, tem “doutores” bem sentados em suas salinhas... Dormindo em plantão, comendo café com pão e mortadela “Bolonha”, quando em vez fazendo uma consulta e para stress receitando bezetacil... Talvez o estrangeiro não entenda quando eu disser dor no “pé du bucho”... Mas se ele olhar na minha cara e demonstrar 10 gramas de atenção já valeu os 10 mil que vai receber...                   

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Nesse país de Meu Cristo


De gente tão cordial


Onde a moeda é o real


E futebol é bem visto


O nordestino é um cisto


Doença pra eliminar


Então é melhor gastar


Com estadio e putaria


Do que com a agonia


Dessa Seca de Torar
Meu Senhor que pai dos homi

Desse sertão todo laxado


Não um pobre coitado


Mas estou passando fome


Mas minha fome não se come


Em pratos de porcelana


É uma fome "Cabana"


È uma fome insana


Fome talvez cangaceira

Fome talvez "Canudeira"


É fome de contestado

Vontade de dignidade


De ter a capacidade


De poder, poder fazer


E quem sabe então comer...


Dessa tal humanidade....