Caminhos perdidos lugares andanças
De sonhos brilhantes e tamanha ilusão
Cavaleiro de honra vagante canção
Medida perfeita mais uma balança
Historia quebrada que nunca se cansa
Gigantes moinhos eu vou conquistar
Dragão do abismo venha enfrentar
Um nobre guerreiro cavaleiro do rei
Donzela amada para sempre estarei
Vagando e cantado tentando encontrar
Valores resgato de livros em fim
Que escrevem o tempo que vou desenhar
Armadura encantada cavalo a andar
Para um dia trazer-te pra perto de mim
Dulcineia divina me queiras assim
Na minha loucura tão verdadeira
Não é fantasia não é brincadeira
Sou eu um herói sou eu cavaleiro
E tendo comigo um grande escudeiro
Pro sigo subindo por essa ladeira
De amores eu vivo tabernas de vida
Mas nunca me esqueço de minha missão
A minha nobreza o meu coração
A minha chegada a minha partida
Descanso um dia farei despedida
E minha loucura irei esquecer
Porem nesse dia prefiro morrer
Pois não me entrego sou insistente
Andante idílico sempre presente
Por toda a vida eu quero viver
Por toda a vida eu quero viver
Por toda a vida eu quero...
Por toda a vida... Viver.
Textos e poesias de Um louco talvez poeta e amigos. sente no banco seu moço bem no pé dessa parede escute meu verso singelo feito balanço de rede beba da fonte poetica pode matar tua sede
quarta-feira, 28 de julho de 2010
domingo, 2 de maio de 2010
os poetas limerianos
Direito direto devemos deter
Reter rasteiras dádivas divinas
Maria moça mulher meninas
Querendo quando quereres querer
Vaiando voado vivendo viver
Sabendo saber sabia subir
Casaco de cacos caindo cair
Por parte das partes parceladas
Jogando jaguares de belas jogadas
Darei o direito de desistir
Rasteiro ruído respondo rebento
Respeite Raimundo rato roedor
Rua e rastros rumores ralou
Restos raquíticos raposos atentos
Rondando rápido rateios ruelas
Rainhas ranhuras roupas revelas
Rancores rodados ramalhetes ruins
Raparigas repletas rostos afins
Rirão do rasgo raspando remela
Reter rasteiras dádivas divinas
Maria moça mulher meninas
Querendo quando quereres querer
Vaiando voado vivendo viver
Sabendo saber sabia subir
Casaco de cacos caindo cair
Por parte das partes parceladas
Jogando jaguares de belas jogadas
Darei o direito de desistir
Rasteiro ruído respondo rebento
Respeite Raimundo rato roedor
Rua e rastros rumores ralou
Restos raquíticos raposos atentos
Rondando rápido rateios ruelas
Rainhas ranhuras roupas revelas
Rancores rodados ramalhetes ruins
Raparigas repletas rostos afins
Rirão do rasgo raspando remela
Pelo meu aniversario
O meu canto tem a graça
Das coisas boas da vida
Amigos que fazem parte
De um sonho que se acredita
Ser parte de todo jeito
Ser louco mais ser bem feito
Ser matuta ou erudita
É uma poesia dita
Em oito pés em quadrão
Meus alunos meu irmão
Amigos de voz bendita
Um mestre que faz guarita
Nas portas de meu saber
Para não deixar me perder
Com falsas formas ilusórias
Um contador de historias
Um professor tento ser
Termino esse verso
Imperfeita oração
Agradecendo atenção
São todos meu universo
Muito complexo e diverso
Mas cheio de alegria
Agradeço a poesia
Que tu vens me oferecer
Não faço por merecer
Mas aceito a honraria.
Das coisas boas da vida
Amigos que fazem parte
De um sonho que se acredita
Ser parte de todo jeito
Ser louco mais ser bem feito
Ser matuta ou erudita
É uma poesia dita
Em oito pés em quadrão
Meus alunos meu irmão
Amigos de voz bendita
Um mestre que faz guarita
Nas portas de meu saber
Para não deixar me perder
Com falsas formas ilusórias
Um contador de historias
Um professor tento ser
Termino esse verso
Imperfeita oração
Agradecendo atenção
São todos meu universo
Muito complexo e diverso
Mas cheio de alegria
Agradeço a poesia
Que tu vens me oferecer
Não faço por merecer
Mas aceito a honraria.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Louvores ao Catimbal
Como és belo lugar sereno
Tuas paredes de guardam e te enfeitam
Os raios do sol por te pleitam
Com beleza de valor tremendo
Os pássaros com seu canto querendo
Chamar-te atenção um pouco
Cantos lidos outros tantos loucos
Uma grande orquestra natural
São encantos que traz o Catimbal
Que ano há tão perfeito canto outro
Antes fora morada dos antigos
Primitivos viventes do sertão
Fostes mar, de arenito formação
Tantos antes de ti fizeram abrigo
Acolhendo a todos como amigo
Quadro belo divino escultural
Expressão maior do natural
Caatigueiro, sertão dos nordestinos
Tu és único, lugar de desatinos
São encantos que traz o catimbal
Quantas horas passo a contemplar
Preeminente ação da natureza
Quando o sol aumenta tua beleza
Ferrugens raios brilhantes te tocar
Uma idílica visão a aparentar
Um coito singelo universal
E as cores se tocam em carnaval
Culminando com o nascer da lua
Que lhe beija a face ainda nua
São encantos que traz o Catimbal
És refugio eterno de mil almas
Que a tempos repousam em solo teu
Povo nômade, guerreiro recebeu
Tudo quanto oferece tua fauna
E se hoje tuas terras estão calmas
Noutros tempos sofreu na mão do mal
Os de antes respeitam o natural
Os de hoje só querem destruir
E um dia deixara de existir
Os encantos que tem o Catimbal
Damos graça a razão e a consciência
Onde poucos defendem este lugar
São esses olhos que estão a ensinar
Preservação ao que resta de essência
Pois o que lá tem não se explica na ciência
Só em versos de um poeta marginal
Cujas palavras transmitem o ideal
Que não tem fonte tampouco explicação
São coisas simples existente na emoção
São os encantos que traz o Catimbal
Tuas paredes de guardam e te enfeitam
Os raios do sol por te pleitam
Com beleza de valor tremendo
Os pássaros com seu canto querendo
Chamar-te atenção um pouco
Cantos lidos outros tantos loucos
Uma grande orquestra natural
São encantos que traz o Catimbal
Que ano há tão perfeito canto outro
Antes fora morada dos antigos
Primitivos viventes do sertão
Fostes mar, de arenito formação
Tantos antes de ti fizeram abrigo
Acolhendo a todos como amigo
Quadro belo divino escultural
Expressão maior do natural
Caatigueiro, sertão dos nordestinos
Tu és único, lugar de desatinos
São encantos que traz o catimbal
Quantas horas passo a contemplar
Preeminente ação da natureza
Quando o sol aumenta tua beleza
Ferrugens raios brilhantes te tocar
Uma idílica visão a aparentar
Um coito singelo universal
E as cores se tocam em carnaval
Culminando com o nascer da lua
Que lhe beija a face ainda nua
São encantos que traz o Catimbal
És refugio eterno de mil almas
Que a tempos repousam em solo teu
Povo nômade, guerreiro recebeu
Tudo quanto oferece tua fauna
E se hoje tuas terras estão calmas
Noutros tempos sofreu na mão do mal
Os de antes respeitam o natural
Os de hoje só querem destruir
E um dia deixara de existir
Os encantos que tem o Catimbal
Damos graça a razão e a consciência
Onde poucos defendem este lugar
São esses olhos que estão a ensinar
Preservação ao que resta de essência
Pois o que lá tem não se explica na ciência
Só em versos de um poeta marginal
Cujas palavras transmitem o ideal
Que não tem fonte tampouco explicação
São coisas simples existente na emoção
São os encantos que traz o Catimbal
domingo, 29 de novembro de 2009
sábado, 28 de novembro de 2009
AO 20 DE NOVEMBRO
NUM SILENCIO FELIZ SE ENCONTRAVA
NOSSA CASA E A TERRA, NOSSA TERRA
E OS GRITOS COM O SILEICIO ENCERRA
E A PAZ QUE REINAVA, ONDE ESTAVA
OLORUM DO ALTO OBSERVAVA
O COMERÇO CATIVEIRO, ESCRAVIDÃO
FUI LEVADO ARRASTADO COMO CÃO
NUM PORÃO DE NAVIO EU FUI JOGADO
FIZ ESCALA DE FOME, MALTRATADO
UM LAMENTO NEGREIRO CORAÇÃO
QUANDO VI NOVAMENTE A LUZ DO DIA
DEPAREI-ME COM UMA TERRA BELA LINDA
MAS POREM MINHA FELICIDADE FINDA
QUANDO UM CHICOTE FERIU A CALAMARIA
E UM GRITO SONORO SE EXPANDIA
NÃO BASTAVA TANTA INGRATIDÃO
LAMENTEI OUTRA VEZ, FIZ ORAÇÃO
OXALÁ LIVRAI-ME DESSE MAL
FUI VENDIDO COM OUTRO ANIMAL
ERA DADA A VEERMENTE ESCRAVIDÃO
HUMILHADO E CASTIGADO SEMPRE FUI
ME ENTREGADO A CAPRICHOS DO SENHOR
CORTAR CANA, MOER, SER PESCADOR
TODO TIPO DE TRABALHO ME ATRIBUI
E O MOMENTO FELIZ SE CONSTITUI
DAS HORAS QUE PASSO COM OS IRMÃOS
NA SENZALA FAZENDO EXALTAÇÃO
AOS DEUSES DE NOSSA ETERNA CRENÇA
TEMOS FORÇA FIEL NESSA PRESENÇA
NESSA TERRA DE ZUMBI E FABIÃO
NOSSA LUTA COMEÇA, NOS CANSAMOS
DOS MALTRATOS SOFRIDOS NESSA CASA
NOSSO PEITO QUENTE COMO BRASA
LIBERDADE É O QUE BUSCAMOS
CONSTRUIMOS DE VEZ NOSSOS MOCAMBOS
QUIOMBOLAS SENTIDOS SALVAÇÃO
ES REFUGIO PALMARES DA NAÇÃO
GANGA ZUMBA LIDERA A LIBERDADE
E DANDARA GUERREIRA DE VERDADE
DESSA TERRA DE ZUMBI E FABIÃO
NOSSA LUTA NÃO TERMINA AQUI
É BATALHA PERPETUA INFELISMENTE
E ENQUANTO O PODER TIVER AUSENTE
NOSSO GRITO TERÁ QUE SE OUVI
CONVIDAMOS VOCE A APLAUDI
SE CONSIENCIA TEM ESSA NAÇÃO
PRECONCEITO NÃO TEM EXPLICAÇÃO
BRASILEIRO É POVO MISTURADO
E DE RAÇAS TEM MULTIPILICADO
DESCENDETE DE ZUMBI E FABIÃO
NOSSA CASA E A TERRA, NOSSA TERRA
E OS GRITOS COM O SILEICIO ENCERRA
E A PAZ QUE REINAVA, ONDE ESTAVA
OLORUM DO ALTO OBSERVAVA
O COMERÇO CATIVEIRO, ESCRAVIDÃO
FUI LEVADO ARRASTADO COMO CÃO
NUM PORÃO DE NAVIO EU FUI JOGADO
FIZ ESCALA DE FOME, MALTRATADO
UM LAMENTO NEGREIRO CORAÇÃO
QUANDO VI NOVAMENTE A LUZ DO DIA
DEPAREI-ME COM UMA TERRA BELA LINDA
MAS POREM MINHA FELICIDADE FINDA
QUANDO UM CHICOTE FERIU A CALAMARIA
E UM GRITO SONORO SE EXPANDIA
NÃO BASTAVA TANTA INGRATIDÃO
LAMENTEI OUTRA VEZ, FIZ ORAÇÃO
OXALÁ LIVRAI-ME DESSE MAL
FUI VENDIDO COM OUTRO ANIMAL
ERA DADA A VEERMENTE ESCRAVIDÃO
HUMILHADO E CASTIGADO SEMPRE FUI
ME ENTREGADO A CAPRICHOS DO SENHOR
CORTAR CANA, MOER, SER PESCADOR
TODO TIPO DE TRABALHO ME ATRIBUI
E O MOMENTO FELIZ SE CONSTITUI
DAS HORAS QUE PASSO COM OS IRMÃOS
NA SENZALA FAZENDO EXALTAÇÃO
AOS DEUSES DE NOSSA ETERNA CRENÇA
TEMOS FORÇA FIEL NESSA PRESENÇA
NESSA TERRA DE ZUMBI E FABIÃO
NOSSA LUTA COMEÇA, NOS CANSAMOS
DOS MALTRATOS SOFRIDOS NESSA CASA
NOSSO PEITO QUENTE COMO BRASA
LIBERDADE É O QUE BUSCAMOS
CONSTRUIMOS DE VEZ NOSSOS MOCAMBOS
QUIOMBOLAS SENTIDOS SALVAÇÃO
ES REFUGIO PALMARES DA NAÇÃO
GANGA ZUMBA LIDERA A LIBERDADE
E DANDARA GUERREIRA DE VERDADE
DESSA TERRA DE ZUMBI E FABIÃO
NOSSA LUTA NÃO TERMINA AQUI
É BATALHA PERPETUA INFELISMENTE
E ENQUANTO O PODER TIVER AUSENTE
NOSSO GRITO TERÁ QUE SE OUVI
CONVIDAMOS VOCE A APLAUDI
SE CONSIENCIA TEM ESSA NAÇÃO
PRECONCEITO NÃO TEM EXPLICAÇÃO
BRASILEIRO É POVO MISTURADO
E DE RAÇAS TEM MULTIPILICADO
DESCENDETE DE ZUMBI E FABIÃO
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Um quadrão para Neruda
Me explique as loucuras desse mundo
Me responda em grau e qualidade
Me demonstre o erro a verdade
E desfaça acertos la do fundo
Mais não diga que sou um vagabundo
Por querer fazer indagação
Anarquismo talvez revolução
Neste pouco que tenho lhe falado
Isso é um quadrão bem perguntado
Quero ver responder este quadrão
Pois me diga o porque da arritmia
Nos processos dos sonhos indigestos
Os disfarces que trazem alguns gestos
Recheados com tal melancolia
Provocando no povo agonia
Nos problemas gerais dessa nação
Fome peste prefeito maldição
Acultura banal tem se assentado
Isso é um quadrão bem perguntado
Quero ver responder este quadrão
Nerudiando poemas de Xudu
Me apresento a la clarissiano
Imaginários cordéis Limerianos
Bandeiriano perguntas de Lulu
Cabraliano se fez mandacaru
Bilac’anos os versos de Cancão
Rogacianos Machados Fabião
E tem verso melhor mais preparado?
Isso é um quadrão bem perguntado
Quero ver responder este quadrão
Me responda em grau e qualidade
Me demonstre o erro a verdade
E desfaça acertos la do fundo
Mais não diga que sou um vagabundo
Por querer fazer indagação
Anarquismo talvez revolução
Neste pouco que tenho lhe falado
Isso é um quadrão bem perguntado
Quero ver responder este quadrão
Pois me diga o porque da arritmia
Nos processos dos sonhos indigestos
Os disfarces que trazem alguns gestos
Recheados com tal melancolia
Provocando no povo agonia
Nos problemas gerais dessa nação
Fome peste prefeito maldição
Acultura banal tem se assentado
Isso é um quadrão bem perguntado
Quero ver responder este quadrão
Nerudiando poemas de Xudu
Me apresento a la clarissiano
Imaginários cordéis Limerianos
Bandeiriano perguntas de Lulu
Cabraliano se fez mandacaru
Bilac’anos os versos de Cancão
Rogacianos Machados Fabião
E tem verso melhor mais preparado?
Isso é um quadrão bem perguntado
Quero ver responder este quadrão
Saudade
A saudade é como o por do sol
Vai saindo devagar
Querendo se esconder
E o que era brilho e luz
Perde a cor e vira escuro
O sujeito que a conduz
Nada faz alem de ver
Tudo aquilo tomar conta
Vê a alma ficar tonta
Perdendo o bem querer
Chora lamenta e espera
Outro dia amanhecê
Trazendo só esperança
De outra vez na lembrança
O sol se reesconder
Tenho saudade de painha
Tenho saudade de mainha
Saudade do meu amor
Saudade daquela casa
Que eu brincava na infância
E tanta saudade tanta
Que não consigo entender
Prefiro somente viver
Esse tormento que vivo
Pois assim alto lhe digo...
Oh saudade de você!!!!
Vai saindo devagar
Querendo se esconder
E o que era brilho e luz
Perde a cor e vira escuro
O sujeito que a conduz
Nada faz alem de ver
Tudo aquilo tomar conta
Vê a alma ficar tonta
Perdendo o bem querer
Chora lamenta e espera
Outro dia amanhecê
Trazendo só esperança
De outra vez na lembrança
O sol se reesconder
Tenho saudade de painha
Tenho saudade de mainha
Saudade do meu amor
Saudade daquela casa
Que eu brincava na infância
E tanta saudade tanta
Que não consigo entender
Prefiro somente viver
Esse tormento que vivo
Pois assim alto lhe digo...
Oh saudade de você!!!!
acolhida
sente no banco seu moço
bem no pé dessa parede
escute meu verso singelo
feito balanço de rede
beba da fonte poetica
pode matar tua sede
bem no pé dessa parede
escute meu verso singelo
feito balanço de rede
beba da fonte poetica
pode matar tua sede
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