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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Os olhos de Druantia



Ofusca-me faceira luz penetrante
Que com Rhá disputa radiante
O domínio desses servos teus
Minha apoteose, serei deus


Para estar ao teu lado, amante
Embriaga-me cada instante
Os olhos que Afrodite te deu
Meu sentido esmoreceu


Sou teu, deusa menina
Druantia de tez pequenina
Olhar faiscante clarão


Espera-me em horas clandestinas
E meu ser mortal então iluminas
E deixais que me perca sem razão

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